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Tsunetomo YamamotoO autor do Hagakure, Tsunetomo Yamamoto (1659-1719), foi membro do clã Nabeshima, ao qual serviu na qualidade de samurai. Com a morte de Mitsushige Nabeshima, chefe do clã, Yamamoto recolheu-se às montanhas. Dez anos depois Tsuramoto Tashiro foi visitá-lo, tornando-se seu amigo e discípulo. Os dois conviveram por sete anos, período no qual Tashiro anotou as palavras do mestre, ensinamentos que mais tarde viriam a constituir o Hagakure. Durante a época em que o Hagakure ia sendo anotado a paz no Japão provocou um relaxamento da disciplina entre os samurais; eles passaram a negligenciar suas práticas militares e seu domínio do Bushido/O caminho do samurai. Apesar de Yamamoto ter proibido a publicação do Hagakure, o manuscrito foi secretamente copiado e divulgado. O pensamento de Yamamoto influenciou muitos japoneses, particularmente os generais que controlavam o poder militar. Em 1945, quando o Japão rendeu-se aos Aliados, o Hagakure foi considerado ¿ideologicamente perigoso¿. Muitos exemplares do livro foram queimados, mas seu espírito sobreviveu. Seus preceitos ajudaram os japoneses a reconstruírem seu país e restaurarem sua economia. Hoje o Hagakure é uma das obras mais lidas no Japão e no Ocidente. Para os japoneses do século XX a premissa fundamental de sua sociedade permanece a mesma: o clã do presente toma a forma da empresa japonesa e o presidente da companhia, ou muitas vezes ela própria, é o novo senhor. Os samurais de ontem são os homens de negócio de hoje que literalmente se entregam a seus novos clãs. Publicado por Darth Marx em 6:00:29 PM Quando se foca demais á atenção em atacar o oponente, não se percebe o contra-ataque. A atenção não deve estar em uma única coisa, mas sim em tudo e em todos. A esquiva Deve -se usar de esquivas em todos os ataques desferidos pelo adversário. Para cada ataque existe uma ou mais esquivas, deve-se treinar muito para que se esquive instintivamente quando houver um ataque inesperado por um ou vários adversários. A esquiva é essencial para a sobrevivência em um combate, principalmente quando o atacante está armado. Os movimentos Os movimentos para se defender ou atacar devem ser suaves, os passos devem ser como se estivesse caminhando normalmente pela rua. Sua mente deve estar livre deconflitos, não se preucupe em atacar ou ser atacado deixe sua mente fluir como um rio de águas límpidas, agindo assim, você será capaz de esquivar-se e golpeá-lo(los)instintivamente. Publicado por Darth Marx em 5:28:23 PM ![]() Planeta de origem: Iridonia Espécie: Zabrak Sexo: Masculino Altura: 1.75 metros Arma: Sabre duplo de Luz Sith Veículos: Sith Infiltator, Sith speeder Afiliação: Ordem Sith Associação: Darth Sidious Publicado por Darth Marx em 1:24:53 AM Publicado por Darth Marx em 12:50:09 AM ![]() Publicado por Darth Marx em 12:47:49 AM A Ordem de SithA Ordem de Sith teve seu início quando um número de Cavaleiros Jedi se voltaram à estudar o Lado Negro da Força. Os membros do clã Sith acreditavam que poder absoluto devia ser usado para dominar e não para servir, como faziam os Jedi. Os seguidores de Sith logo começaram a treinar seus próprios aprendizes nos métodos do Lado Negro. Eles formaram pequenos grupos dentro da maior ordem para melhor ensinarem os métodos de Sith. Cada grupo tinha um líder que era levado ao poder em seu clã particular. Ao líder do clã era dado o título de Lorde Negro de Sith. Existia apenas um Lorde Negro por vez em cada clã. Muitos Lordes Negros foram escolhidos para liderança pelos altos Lordes de Sith, e muitos deles tiveram que derrotar seus oponentes para assegurar esta posição. Frequentemente, os perdedores realizavam atos de violência na tentativa de ganhar o título e conseguir vingança. Depois que o culto alcançou 50 membros, aproximadamente, os Lordes de Sith começaram a lutar entre si pelo controle dos clãs. Houveram muitas batalhas pela liderança dos clãs e o ranking de Lorde Negro. Foram tempos de caos. No final, todos os grupos de Sith se aniquilaram, e os sobreviventes foram destruídos pelos Jedi. A Ordem de Sith foi considerada extinta, mas das cinzas da guerra, um Jedi Negro permaneceu. Ele era Darth Bane. Na época da guerra, Darth Bane permaneceu escondido e, pacientemente, observou a queda dos Lordes Negros. Depois de tudo, Bane saiu do anonimato e declarou a sí próprio como Lorde Negro, fundando a nova Ordem de Sith. Seu objetivo era manter viva e forte a chama de Sith enquanto os Jedi não tinham ciencia de sua existência. Sua nova Ordem declarou que haveria apenas dois Lordes Negros por vez, o mestre e o aprendiz. Isto finalizou a ameaça de acontecer o mesmo destino que levou à ruína o original Império Sith. Assim, os Sith poderiam esperar o momento certo para atacar os Jedi, seus reais inimigos. Isto fez com que a Ordem de Sith perdurasse pelos tempos, sem que os Jedi soubessem de sua existência. Mais de mil anos mais tarde, Darth Sidious e seu aprendiz, Darth Maul, continuaram a levar o legado de Sith. Com a morte de Darth Maul pelo sabre de luz de Obi-Wan Kenobi, Darth Sidious fez do jovem Anakin Skywalker seu novo discípulo. E assim, anos mais tarde, Darth Vader assumiu seu lugar como Lorde Negro de Sith. ![]() Codigo do Jedi NegroNão há paz, há raiva. Não há medo, há poder. Não há morte, há imortalidade. Não há fraqueza, há o Lado Negro. Eu sou o Coração das Trevas. Eu não conheco o medo, mas o instilo em meus inimigos. Eu sou o destruidor dos mundos. Eu conheco o poder do Lado Negro. Eu sou o fogo do ódio. Todo o Universo se curva à mim. Eu me brindo às Trevas. Por eu ter achado a verdadeira vida, na morte da Luz. Artefatos de SithO povo de Sith desenvolveu vários talismãs de concentração para ajudá-los a 'focar' durante longos e elaborados rituais, que tipicamente eram associados à manipulação de grandes quantias do poder do Lado Negro. Tais objetos permitiam ao feiticeiro concentrar todos os seus desejos na obtenção do efeito desejado e, temporariamente, aumentava sua habilidade de manipular a Força. Infelizmente usar esses itens com freqüência levava o feiticeiro a sucumbir de cansaço no momento que a tarefa fosse completada - esse defeito evitava o uso indiscriminado dos talismãs especialmente durante as batalhas. Ensnarement Itens dessa natureza apareceram com a mesma função dos talismãs de concentração especialmente para os feiticeiros. Esta versão em particular possuía uma habilidade extra: ele inseria o manipulador imediatamente no Lado Negro. Os mágicos de Sith descobriram que alguns Jedi utilizavam-se dos talismãs para servir o Lado da Luz. Para evitar esse uso "indesejável e desnecessário" de seus objetos o povo de Sith construiu vários com o poder de levar o "mau intencionado" Jedi instantaneamente para o Lado Negro da Força. Esta função secundária atingiu seu objetivo. Após o uso dos artefatos de Sith, muitos Cavaleiros Jedi tornaram-se foras da lei. Cura Durante a revolta de Sith - liderada por Naga Sadow - muitos devotos originais de da religião criaram talismãs com o poder da cura para obter vantagens em combate. Esses instrumentos aumentavam a capacidade do corpo de auto-cura, mas o preço por tal benefício era alto e o guerreiro sofreria a mesmo destino aos feiticeiros que utilizavam-se dos talismãs de concentração: a debilitação e o cansaço. Force Mask A manipulação constante da Força enviou ondas de energia por toda a galáxia, alertando qualquer um, que pudesse perceber tais vibrações, da localização e a identidade do feiticeiro (a quantidade de informação obtida é baseada na habilidade sensitiva individual para notar distúrbios na Força). Eles aprenderam rapidamente que essa ocorrência natural permitia aos Jedi seguir seus movimentos e frustar suas ambições. Por isso foram criados instrumentos chamados Máscaras da Força para esconder ou encobrir as emanações. A máscara, essencialmente, emitia ondas de anti-Força que anulavam as 'ondas naturais' produzidas pela Força. A área próxima do feiticeiro ficava aparentemente 'adormecida', longe de qualquer tipo de atividade da Força. Escudo O Escudo de Sith foi um dos primeiros itens do Lado Negro descobertos e catalogados pelos Jedi. O objeto protegia seu dono (normalmente era usado como amuleto, colar ou pulseira) de qualquer ataque com lasers ou por meio da Força. Os pesquisadores acreditam que o escudo absorvia energia independentemente e a armazenava, tendo assim uma fonte própria. Entretanto, para funcionar adequadamente, ele precisava de no mínimo uma semana para obter carga total, seu grande defeito. Tradução Os domos sagrados contendo os ensinamentos de Sith e as técnicas da Força foram escritos num dos mais antigos dialetos do povo de Sith, que fora destruído juntamente com seus membros ancestrais. Poucas academias podiam decifrar aquela estranha linguagem e um número ainda reduzido aprendeu a pronunciar as complexas estruturas fonéticas. Este talismã, inicialmente criado e desenvolvido pelo primeiro Jedi que dominou os servos de Sith, permitia ao feiticeiro ler e compreender a antiga linguagem como se estivesse escrito em seu próprio idioma natal. Holocrons de SithUm modo seguro de se aprender os poderes de Sith é possuindo um Holocron. Mas a maioria deles foi destruida durante a queda do Império de Sith, e nenhum outro foi encontrado por Jedis nos 700 anos seguintes. A tecnologia dos Holocrons nasceu cerca de 15.000 anos atrás, se não mais. Estes dispositivos são receptáculos de informações, maioria deles usados para guardar os segredos do uso da Força, para futuras gerações. O criador de um holocron praticamente transfere um pouco de sua personalidade para dentro do objeto, sendo que ele praticamente se torna o "Gatekeeper" deste holocron. Muitos deles tem um tipo de componete organico cristalizado, uma rara facilidade encontrada apenas em mundos remotos. Quando arranjados corretamente, estes cristais podem tanto absorver energia como reproduzir ondas de som e luz em forma de informação. Os Sith ( e também os Jedis ) conseguiram desenvolver um artefato muito mais impressionante para armazenar a Força atravez de um processo elaborado, mantido em segredo pelos mais importantes membros. ![]() Publicado por Darth Marx em 6:43:53 PM (Musashi) Publicado por Darth Marx em 6:35:57 PM O Segredo da AcupunturaA ciência, apesar de desconhecer o segredo da acupuntura, já atestou, através de experimentos, que esta arte das agulhas é capaz de resolver alguns males que assolam os seres humanos. Qual é este segredo, e como mostrar na prática, o que a ciência ainda não fez, por que ela pode curar? Vamos mostrar, dentro da Teoria da Quantidade de Energia Absoluta dos Elementos, descrita no livro A Origem Divina de Todas as Coisas, de William Fiel, como as agulhas usadas na arte da acupuntura podem curar. Na Filosofia oriental, de onde se origina a arte da acupuntura, descreve-se o universo formado por dois elementos, o Ying e o Yang. Os dois são duas formas opostas de energia, que se complementam e formam o universo. Estas energias estão presentes em tudo que nos cerca e dentro de nós mesmos. Na Filosofia de Platão, filósofo grego que viveu 500 anos antes de Cristo, o universo também foi criado por Deus, através de dois elementos. Mas descreve em seu livro Timeu e Crítias o seguinte: "É impossível que dois termos formem sós uma composição completa sem um terceiro. Pois é preciso que no meio deles haja alguma ligação que os aproxime". Na Filosofia de William Fiel, o universo possui quatro elementos fundamentais: Tempo, Espaço, Matéria e Energia. Veja em Entenda o Universo . Quando queremos entender fenômenos materiais simples, visíveis aos seres humanos, bastam-nos dois desses elementos para compreend~e-los: Matéria e Energia. Na Filosofia de Albert Einstein, um dos maiores físicos que a humanidade já teve, o universo pode ser compreendido em seus fenômenos através da fórmula E=MC², onde E = energia, M = matéria e C² = velocidade de luz. Ou seja, matéria é igual a energia, ou pode se transformar em energia, através de um terceiro elemento, a velocidade. Resposta ao enigma:Se levarmos em conta que na Filosofia de Einstein, a matéria se transforma em energia, ou seja, ela é uma forma de energia disfarçada em matéria, ela se confunde com a Filosofia oriental, onde o universo é formado por duas formas opostas de energia. Se levarmos em conta que na Filosofia de Platão, temos que ter um terceiro elemento que una os dois formadores do universo, vamos buscar na Filosofia de William Fiel, um elemento para essa união. Segundo William, e provado por toda a comunidade científica mundial, os melhores condutores de energia são os metais, portanto, se quisermos transportar energia entre um lugar e outro, nada melhor que buscar este tipo de condutor. Voltando à Filosofia oriental, lembramos que as energias que formam o universo estão presentes em tudo o que nos cerca e dentro de nós mesmos. Portanto, os seres humanos, como matéria, nada mais são pela Filosofia de Einstein, e pela Filosofia oriental, que uma forma de energia. Na Filosofia de William Fiel, a quantidade de energia dos elementos, provocam todos os fenômenos da natureza, dentre eles, as doenças dos seres humanos. A falta ou excesso de energia provocam doenças de todos os tipos. Como resolver este problema por um ângulo bem prático? Dentro da teoria de William Fiel, podemos ver na prática a sua veracidade através do fenômeno da Dor. Segundo William, a dor em uma região do corpo é provocada pela falta de energia nesta área, veja em A Origem da Dor . Ao ligarmos uma área de maior quantidade de energia, como é a atmosfera, através de um condutor, uma agulha metálica, com uma região com menor quantidade de energia, esta flui naturalmente da área de maior quantidade para a de menor quantidade, como é provado por todos os cientistas do mundo. Ao receber mais energia, a região afetada pela dor entra em equilíbrio novamente, aliviando o paciente do sofrimento, através de uma técnica muito simples, que prova a veracidade da técnica da acupuntura, e a Teoria de William Fiel. Publicado por Darth Marx em 7:27:34 PM Confúcio: O cavalheiro idealEsta estrela maior, apoiada em arraigados e definitivos valores morais, bem acima dos demais, pela fortaleza das suas qualidades, fazia com que todo o restante celestial lhe prestasse vassalagem. Este principe, porém, não era alguém que recebesse a posição por imposição da hereditariedade dinástica. O trono não lhe chegava pela herança paterna mas era alcançado por suas magnificas virtudes. Para recuperar a antiga harmonia era preciso faz surgir uma nova espécie de dirigente, o junzi, o cavalheiro. Este era o tipo ideal do Grande Mestre, alguém educado nas excelências maiores, um produto da ética e do livro e não da espada e do sangue. Contribuiu assim Confúcio para que depois, ao largo de dois mil anos de história chinesa, a elite dirigente do país ¿os mandarins - fosse escolhida por meio de concursos públicos abertos a todos que se sentissem habilitados, fazendo com que antiga nobreza dirigente fosse substituída por uma casta de letrados, selecionados por meio de exames regulares (*) (*) Acredita-se que Confúcio tenha sido o porta-voz dos shi, um grupo de intelectuais e seus discípulos que reivindicava um espaço especial na ordem feudal vigente, pleiteando uma posição relevante devido a sua cultura superior e dedicação aos estudo. Algo equivalente ao papel da intelligentsia na Rússia czarista do século 19, mas de maior ambição do que os scholars na sociedade anglo-saxã de hoje.. O segredo das relações sociaisEnquanto o principe mantinha-se como se fora a Estrela Polar - um seguro ponto referencial no firmamento - os outros, os comuns, obrigavam-se a manter-se respeitosos as cinco relações sociais: a que o soberano mantém com o súdito; a estabelecida entre pai e o filho; a existente entre o irmão maior e o irmão menor; a entre o marido e a mulher; e, por fim, a que um amigo devota ao amigo. Violá-las ofende o Decreto do Céu, provocando assim a licença e a desordem. Por tanto, a primeira e principal tarefa do sábio, deste homem superior, é tomar conhecimento da vontade celeste. É saber auscultá-la, entender suas diretrizes e determinações. Havendo harmonia nas alturas era de se esperar vê-la reproduzida na sociedade. O sábio é, pois, um demiurgo, o que faz a ligação das coisas do céu, divinas, com o que se passa ao redor dele, procurando ilustrar o principe e os dirigentes nos ensinamentos superiores. Ensiná-los e aos seus discípulos qual é o verdadeiro Tao , o Caminho, para que eles não despendam seu tempo em veredas erráticas, desviantes daquilo que o Senhor das Alturas, previamente, traçou para eles. Tal é a sua missão. A desordem , os tumultos e desacertos, resultavam desse desconhecimento, dos homens não saberem em que porto ancorar, em que lugar da sociedade é melhor situar-se para poder obrar em função do todo, da família e da sociedade. Conhecimento e harmoniaSe o sábio fazia as vezes de intermediário entre o Céu e a Terra, instruindo o principe na sua tarefa sagrada, cabia a este dar aos súditos o sentimento dos seus respectivos deveres para despertar-lhes o espirito e a sabedoria. O principe tinha que ser principe, o ministro, ministro, e assim por diante, bem definidas as funções hierárquicas, marcados os ritos, qualquer desvio disso era perigoso, nocivo, visto que confundia os súditos, introduzindo à desconfiança e à desordem no reino. Desta maneira, se um governante ou um seu funcionário locupleta-se com os recursos públicos, botando a mão no tesouro do estado para seu próprio beneficio, deve esperar-se que o mesmo ocorra entre a gente comum, entre os governados. E, ao contrário, se ele mostra-se íntegro, ajuizado e responsável com os gastos públicos, todos o seguirão em parcimônia e correção. Para alcançar isso era preciso, insistiu Confúcio, conhecer o funcionamento da natureza das coisas com o fim de obrar (yi) em qualquer situação e compreender a significação íntimas dos ritos (li). Diríamos hoje conhecer a psicologia e o caráter dos homens. Hierarquia e o Respeito são, pois, os pilares do bom governo, aquilo que dá sustentação a Harmonia. Os súditos, por sua vez, além de manterem-se obedientes às cinco relações sociais, devem ser ensinados no tchon , a retidão, para que possam praticar o chu, o altruísmo. Publicado por Darth Marx em 7:12:01 PM Um sábio retiradoConfúcio, que nascera no Estado de Lu, na atual província de Xantung, no litoral do Mar Amarelo, provavelmente no ano 551 a.C., era de descendência nobre, dos duques de Song e da casa real dos Yin. Nascera, todavia, com poucos recursos, quase na pobreza, o que não foi impedimento para que ele se dedicasse desde a adolescência ao estudo. Intrigas na casa ducal do Estado de Lu fizeram com que ele, abandonando a terra natal, se tornasse num sábio itinerante. Vagou por alguns anos, acompanhado por um punhado de discípulos, de corte em corte atrás de um governante que se dedicasse à construção de um Estado Ideal. Voltando ao velho lar depois de infrutífera mas proveitosa peregrinação, local onde faleceu em 479 a.C., resignou-se a tornar-se um mestre da sabedoria. Sua fama espalhou-se e, em pouco tempo, o Templo de Confúcio , na cidade de Qufu, tornou-se lugar de veneração, acorrendo para lá, pelos séculos a fio, gente de todos os cantos da China. Como Sócrates depois dele, o grande mestre não escreveu nada, deixando, entretanto, suas lições, máximas e sentenças, serem registradas por seus discípulos, especialmente por Mêncio, que as sintetizou em vários livros de ensinamentos. Entre eles, no Os Analectos, encontram-se, aqui e ali, suas observações sobre o tão almejado Estado Ideal, sonho de Platão e de tantos outros filósofos ocidentais. O Principe, Estrela PolarO sábio e o principe O Grande Mestre era um nostálgico do passado da China, um confesso admirador das primeiras dinastias desaparecidas, como a do duque de Zhou (cuja dinastia governou entre 1027 e 771 a.C.), a qual ele entendia como modelo de perfeição teórica a ser seguida. ¿Eu transmito¿, disse ele, ¿não invento nada. Confio no passado e o amo.¿ A acentuada desordem com que ele foi obrigado a conviver naquela época - chamada pelos historiadores de Período da Primavera e Outono (770-476 a.C.) -, estando a China subdividida em estados antagônicos, devia-se, no entendimento dele, não às instituição feudais mas sim ao desvio das estimadas virtudes que foram, desde os tempos imemoriais, o sustentáculo da antiga realeza. Recuperá-las afim de restaurar a antiga unidade da China era a principal tarefa do sábio, a sua maior missão. Dai o sentido da frase em ele que afirmava: ¿Estuda o passado se quiseres prognosticar o futuro¿. Confúcio entendia o mundo político similar ao céu que nos cobre, no qual o Kiun tseu, o Príncipe, o Senhor, o homem superior, era a Estrela Polar, corpo fixo que recebe as homenagens dos demais, exercendo o tianming, Mandato Divino como Filho dos Céu (conceitos de poder desenvolvidos em épocas anteriores, pelos Zhou). Publicado por Darth Marx em 7:04:33 PM Entrega de FaixaFoi realizado no dia 25 de abril, mais uma entrega de faixa do estilo Hakushin de Taijutsu. No evento além dos Dicípulos, contou também com a presença de familares, que vieram prestigiar o evento. Shiran Enomoto, e todos os Sensei ficaram muito felizes com o desenpenho, a força de vontade, a amizade e o respeito que seus dicípulos vem demonstrando perante todos esses anos. "PARABÉNS AOS CONGRATULADOS" Vocês alcançaram mais um estágio de sabedoria marcial dessa magnífica arte. Publicado por Darth Marx em 12:10:11 AM IaijutsuÉ a arte de desembainhar o katana contra um oponente imaginário de uma forma rápida, precisa e eficiente. Originalmente, era uma prática essencial da qual podia depender a vida do lutador. Simboliza a essência da perfeição nas artes marciais, pela sua simplicidade, precisão e poder. A sua prática necessita de muita concentração, presença de espírito e equilíbrio que são desenvolvidos ao longo dos treinos. As sequências realizadas no Iaijutsu podem ser divididas em quatro fases: Nukitsuke, Kiritsuke, Tiburi e Noto. Contudo esta divisão faz-se notar de maneira sutil em que a correta execução dos movimentos forma um ciclo fechado e harmonioso. Publicado por Darth Marx em 3:58:15 PM Mandamentos do Samurai:1- Nunca pense desonestamente; 2- O caminho é no treinamento; 3- Torne-se conhecedor de todas as artes; 4- Saiba a trilha de todas as profissiões; 5- Distingua entre ganho e perda na substância com os seus pais, com lealdade e da palavra; 6- Desenvolva julgamento intuitivo e compreensão para tudo; 7- Perceba tudo aquilo que não consiga ver; 8- Preste sempre atenção nas insignificâncias; 9- Cumpra com suas obrigações para dedicação; 10- Nunca ficar para trás na prática do Bushido. Publicado por Darth Marx em 3:47:21 PM E lembre, também, que o relaxamento da mente não implica no relaxamento do corpo; e nem a mente pode se relaxar a ponto de se tornar entorpecida. Não permita que seu espírito seja influenciado por seu corpo e nem que seu corpo seja influenciado por seu espírito. Com o espírito aberto e livre, encare as coisas de um ponto de vista alto. É imprescindível cultivar a sabedoria e o espírito. Refine sua sabedoria: adquira mais conhecimentos sobre a justiça pública, aprenda a distinguir entre o bem e o mal, estude os Caminhos das diferentes artes, uma a uma. Quando não mais puder ser iludido pelos homens, você terá atingido a sabedoria da estratégia. Adote uma postura de cabeça erguida, nem curvada para baixo, nem voltada para os céus, nem virada para o lado. Em todas as formas de estratégia, é importante que a postura de combate se mantenha na vida cotidiana e que se faça da postura diária a sua postura de combate. Isto precisa ser bem estudado. O olhar deve ser aberto e amplo. Na estratégia, é importante ver coisas distantes como se estivessem próximas e ter uma visão distanciada de coisas próximas. No combate individual e na estratégia de grande escala, o olhar é o mesmo. É necessário ver ambos os lados sem movimentar os olhos. Quando pegar uma espada, é indispensável que você sinta necessidade e vontade de abater o inimigo. Ao golpear o inimigo, você não poderá alterar a forma como empunha a espada; suas mãos não podem hesitar. Mas, acima de tudo, você precisa estar decidido a abater o inimigo a partir do modo pelo qual segura a espada. Não é bom que a espada nem as mãos estejam rígidas. A rigidez significa que as mãos ficam "mortas". A flexibilidade dá vida às mãos. Você não pode esquecer disto. As cinco atitudes - posições em que a espada é sustentada numa luta - são: superior, média, inferior, direita e esquerda. Em todas estas cinco divisões, a finalidade única é golpear o inimigo. Seja qual for a atitude em que você estiver, não tome consciência dela: pense apenas em golpear. "Atitude sem Atitude" significa que não há necessidade das atitudes para a espada longa. Ainda assim as cinco atitudes existem; elas são as cinco maneiras de se segurar a espada longa. Mas seja qual for a sua maneira de segurá-la, é indispensável que fique fácil golpear o inimigo com eficácia, de acordo com a situação, o lugar e a posição diante dele. A primeira coisa, a mais importante, quando se toma uma espada nas mãos, é a intenção de atacar o inimigo, seja qual for o significado dessa intenção. Quer você corte a trajetória de um golpe, arremeta, salte, rebata ou desvie a espada do inimigo, será preciso atingir o inimigo no mesmo movimento. É essencial que isso fique claro. Se pensar apenas em cortar, arremeter, saltar, rebater ou desviar, você não terá condições de atingí-lo de verdade. Acima de tudo o mais, é fundamental pensar em prosseguir com o movimento até sua conclusão, até ver o inimigo atingido. Você deve estudar profundamente este ensinamento. A primeira parte do Livro da Água trata da postura ou atitude, tanto física como mental, perante as dificuldades (o inimigo). Destaca-se a importância do foco no objetivo. Publicado por Darth Marx em 3:34:31 PM O Rei DragãoUm dia um violento rei dragão encontrou um bodhisattva no caminho. O bodhisattiva disse: "não mate, meu filho! Se você se mantiver os cinco preceitos e cuidar de todas as vidas você será feliz". Ao ouvir somente estas poucas palavras , o dragão se tornou totalmente não violento. As crianças que cuidavam de animas no sopé das montanhas do Himalaia tinham muito medo do dragão. Mas quando ele se tornou manso, elas perderam seu medo e começaram a pular em cima dele, puxar a sua cauda e jogar pedras em sua boca. Depois de um tempo, o dragão já não podia comer e ficou muito doente. Quando o rei dragão se encontrou de novo com o bodhisattva, ele gritou: "Você me disse que se eu observasse os cinco preceitos e tivesse compaixão, eu seria feliz. Mas agora eu sofro e de modo algum estou feliz. O Bodhisattva respondeu :"Meu filho, se você tem compaixão, moralidade e virtude, deve ter também sabedoria e inteligência este é o modo de você se proteger. Da próxima vez que as crianças fizerem você sofrer mostre a elas seu fogo. Depois disso, elas não mais o incomodarão" Publicado por Darth Marx em 3:24:10 PM Verdadeiro mestreYagyu Tajima no Kami Munenori foi um grande espadachim e mestre de artes marciais de duas gerações de xoguns. Em suas conclusões intuitivas, expressa como "mente comum que não conhece regras", existe um ditado que diz: "Não existe táticas militares que se apliquem a um homem de grande força". "Certo dia, um dos vassalos do xogum aproximou-se de Tajima no Kami e pediu-lhe que o aceitasse como discípulo, ao que Yagyu respondeu: - Pelo que vejo, o senhor já é um mestre. Peço-lhe que me diga a que escola pertence, antes que entremos na relação mestre-discípulo. O guarda observou que se envergonhava de dizer, mas jamais tinha aprendido a arte da esgrima.- Mas eu nunca pratiquei nenhuma arte marcial - respondeu o homem. - O senhor está zombando de mim? Sou o mestre do venerável xogum e sei que meus olhos jamais se enganam. - Lamento ofender a sua honra, mas a verdade é que jamais tive qualquer conhecimento desta arte - insistiu o guarda. - O senhor veio praticar o Tajima no Kami como esporte? Estou errado em achar que o senhor é um dos professores do xogum? - perguntou mestre Yagyu, mas o homem jurou que não e então, frente a tão segura negativa, o mestre vacilou um momento, ao final do qual disse: - Como o senhor afirma, não vou desmenti-lo, mas seguramente o senhor é mestre em alguma outra disciplina, embora eu não saiba qual seja'. Respondeu-lhe o guarda: - Devo dizer-lhe que existe algo no qual me considero mestre. Quando eu era criança, ocorreu-me a idéia de que o guerreiro é um homem que não vive sua vida a se lamentar e não tem o direito de temer a morte em qualquer circunstância. Desde então lutei continuamente com a idéia de morte. Como acredito nisso há muitos anos, isso se tornou uma grande convicção. Hoje em dia, eu nunca penso na morte. Talvez seja a isso que o senhor se refere'. Mal ouvira tais palavras, mestre Yagyu ficou muito impressionado com a resposta e exclamou: - Alegro-me que minha impressão estava certa, pois o princípio mais profundo da arte da espada é atingir a libertação da idéia de morte. Tenho mostrado essa meta a centenas de discípulos, mas até o momento nenhum alcançou o grau supremo na arte da espada. O senhor não precisa de qualquer treinamento, pois já é um mestre'." Dizem que depois disso, Yagyu Munenori concedeu imediatamente o certificado ao vassalo do xogum. - História de Muragawa Soden Hagakure, Século XVII "Viver sem medo da morte não significa que, durante as horas felizes, nos gabemos de não tremer diante dela, nem que possamos afirmar que a enfrentamos com segurança. Porém, quem domina a vida e a morte está livre de todo o temor, a tal ponto que não é mais capaz de experimentar a sensação de medo." - A arte cavalheiresca do arqueiro zen, Eugen Herrigel Texto retirado do Site: Bushido Online Publicado por Darth Marx em 9:04:54 PM O termo samurai corresponde à elite guerreira do Japão feudal. A palavra samurai vem do verbo Saburai, que significa "aquele que serve ao senhor". A classe dos samurais, dominou a história do Japão por cerca de 700 anos, de 1185 à 1867. E ao longo desse período, os samurais exerceram diferentes funções em determinadas épocas, passando de duelistas à soldados de infantaria da corte imperial, equipados inclusive com armas de fogo. No início, os samurais realizavam atividades minoritárias tais como, as funções de cobradores de impostos e servidores da corte imperial. Com o passar do tempo, o termo samurai foi sancionado e os primeiros registros, datam do século X, situando-os ainda como guardiões da corte imperial, em Kyoto e como membros de milícias particulares a soldo dos senhores provinciais. Nessa época, qualquer cidadão poderia tornar-se um samurai. Este cidadão por sua vez, teria que se engajar nas artes militares para então, por fim, ser contratado por um senhor feudal ou daimyo, mas enquanto isso não acontecia, esses samurais, eram chamados de ronin. Na Era Tokugawa (1603), quando os samurais passaram a constituir a mais alta classe social (bushi), não era mais possível à um cidadão comum, tornar-se samurai, pois o título "bushi", começou a ser passado de geração em geração. Só um filho de samurai poderia tornar-se samurai e este tinha direito a um sobrenome. Desde o surgimento dos samurais, só estes tinham direito a um sobrenome, mas com a ascensão dos samurais como uma elite guerreira sob os auspícios da corte imperial, todos os cidadãos passaram a ter um sobrenome. A partir desta época, a posição do samurai consolidou-se como um grupo seleto da sociedade. As armas e armaduras que usavam eram símbolos de distinção e a manifestação de ser um samurai. Porém para armar um samurai era necessário mais que uma espada e uma armadura. Parte de seu equipamento, era psicológico e moral; eram regidos por um código de honra muito precioso, o bushido (caminho do guerreiro), no qual a honra, lealdade e coragem eram os princípios básicos. A espada era considerada a alma do samurai. Todo bushi (nome da classe dos samurais), portava duas espadas presas ao Obi (faixa que segura o quimono), o katana (espada longa - de 60 a 90 cm) e wakisashi (de 30 a 60 cm), essas espadas eram o símbolo-distintivo do samurai. Os samurais não tinham medo da morte, que era uma conseqüência normal e matar fazia parte de suas obrigações. Porém, deveriam morrer com honra defendendo seu senhor, ou defendendo a própria reputação e o nome de seus ancestrais. Se viessem a falhar ou cometessem um ato de desonra para si próprio, manchando o nome de seu senhor ou familiares, o samurai era ensinado a cometer o Harakiri ou Seppuku, ritual de suicídio através do corte do ventre. Se um samurai perdesse o seu Daymio (título dado ao senhor feudal, chefe de um distrito) por descuido ou negligência na hora de defende-lo, o samurai era instruído a praticar o harakiri. Entretanto, se a morte do Daymio não estivesse relacionada à ineficiência ou falta de caráter do samurai, este se tornava um ronin, ou seja, um samurai que não tinha um senhor feudal para servir, desempregado. Isto era um problema, pois não conseguindo ser contratado por outro senhor e não tendo quem provesse seu sustento, freqüentemente tinha que vender sua espada para poder sobreviver ou se entregar ao bandidismo. Nos campos de batalha assim como em duelos, os combatentes enfrentavam-se como verdadeiros cavalheiros. Na batalha, um guerreiro costumava galopar até a linha de frente inimiga para anunciar sua ascendência, uma lista de feitos pessoais, bem como as façanhas do seu exército ou de sua facção. Depois de encerrada tais bravatas é que os guerreiros atacavam-se. O mesmo acontecia num duelo. Antes de entrar em combate, os samurais se apresentavam, reverenciavam seus antepassados e enumeravam seus feitos heróicos para depois entrarem em combate. Fora do campo de batalha, o mesmo guerreiro que colhia cabeças como troféu de combate era também um fervoroso budista. Membro da mais alta classe, empenhava-se em atividades culturais, como arranjos florais (ikebana), poesia, além de assistir a peças de teatro nô, uma forma de teatro solene e estilizada para a elite e oficiar cerimônias do chá, alguns se dedicavam a atividades artísticas tais como a escultura e a pintura. O estilo de vida e a tradição militar dos samurais dominaram a cultura japonesa durante séculos, e permanecem vivos no Japão até os dias de hoje. Milhões de crianças em idade escolar ainda praticam as habilidades clássicas do guerreiro, entre elas a esgrima (kendo), arco-e-flecha (kyudo) e luta corporal desarmada (jiu-jitsu, aikido). Estas e outras artes marciais, fazem parte do currículo de educação física no Japão atual. Hoje o espírito samurai continua vivo na sociedade. Através desse espírito, que o Japão é hoje uma das maiores potencias mundiais. Texto retirado do Site: Bushido Online Publicado por Darth Marx em 9:02:43 PM (Yamamoto Tsunetomo) Publicado por Darth Marx em 9:01:08 PM O arco e flecha, era usado por povos guerreiros em todo o mundo, mas eles não se conheciam, nunca haviam estado em outros continentes, porém possuíam o mesmo conhecimento. Romanos, espartanos, troianos, vikings, samurais, índios da América do Norte, da América do Sul, etc...usavam o arco e a flecha. Então pergunto: "Será isso uma mera coincidência?" Deixem suas opiniões... Publicado por Darth Marx em 8:57:04 PM Publicado por Darth Marx em 8:32:40 PM Minha mãe acabou de me telefonar e disse que o carro do meu pai pegou fogo!!! o carro estava estacionado dentro da garagem, o fogo foi no motor, como será que aconteceu isso? E o pior , não tinha seguro!, meu pai deve estar muito triste. Publicado por Darth Marx em 8:29:05 PM |